Curiosidades sobre Marcas Famosas



Lacoste - O crododilo da marca desenhada por Robert George procurou capitalizar o apelido do principal sócio da empresa, o tensita profissional René Lacoste.
Kodak ­ – O nome Kodak é uma onomatopéia (que significa imitar o som com uma palavra), pois descreve o som do obturador de uma câmera fotográfica.

Nike ­ – O nome é uma homenagem à deusa da mitologia grega que representava a vitória. A empresa fundada em 1962, por Phill Knight, com o nome original de Blue Ribbon Sports (BRS), teve sua marca criada em 1972 pela estudante Carolyn Davidson por meros 35 dólares; em 2000, segundo a Interbrands/Citibank, a marca estava avaliada em US$ 8 bilhões.

Goodyear ­ – O pé com asas, entre as palavras Good e Year, foi inspirado na estátua de Mercúrio, que o fundador da empresa, Frank Seiberling, tinha em sua casa.

Nestlé ­ – O nome da empresa e o desenho da marca foram inspirados no nome do fundador, Henri Nestlé, e no significado da palavra “nestle”, derivada da palavra nest, ninho em inglês, que quer dizer aninhar-se, abrigar-se. A mais importante alteração da marca desde 1875 aconteceu em 1985, quando o número dos filhotes diminuiu de três para dois dentro do ninho ­ sinal dos tempos de redução da prole.

BMW ­ – A simbologia da Bayerische Motoren Werke designa a origem dos seus negócios: a fabricação de motores de aviões. A imagem é de uma hélice, o azul e o branco da marca representam o céu e as cores da Bavária.

Fontes : Sites das empresas/Internet


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CAIXA DE PANDORA


Como surgiu o termo caixa de Pandora ?


Caixa de Pandora é um mito grego que narra a chegada da primeira mulher à Terra e, com ela, a origem de todas as tragédias humanas. Essa história chegou até nós por meio da obra Os Trabalhos e os Dias, do poeta grego Hesíodo, que viveu no século VIII a.C., diz a historiadora Maria Luiza Corassin, da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com a obra, o titã Prometeu presenteou os homens com o fogo para que dominassem a natureza. Zeus, o chefão dos deuses do Olimpo, que havia proibido a entrega desse dom à humanidade, arquitetou sua vingança criando Pandora, a primeira mulher. Antes de enviá-la à Terra, entregou-lhe uma caixa, recomendando que ela jamais fosse aberta. Dentro dela, os deuses haviam colocado um arsenal de desgraças para o homem, como a discórdia, a guerra e todas as doenças do corpo e da mente mais um único dom: a esperança.Vencida pela curiosidade, Pandora acabou abrindo a caixa, liberando todos os males no mundo mas a fechou antes que a esperança pudesse sair. Essa metáfora foi a maneira encontrada pelos gregos para representar, num enredo de fácil compreensão, conceitos relacionados à natureza feminina, como a beleza, a sensualidade e o poder de dissimulação e de destruição, diz Fernando Segolin, professor de Literatura da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo

Fonte : Editora Abril
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O Peso de um Diploma







Quando recebemos a notícia da perda de um ente querido geralmente ficamos desesperados e muitas vezes sem ação, essa sensação é atenuada com a chegada do corpo, pois a presença do corpo mesmo sem vida nos dá um alento, a sensação de que a pessoa ainda está entre nós, o desespero volta com maior intensidade quando o momento da despedida definitiva se aproxima e principalmente quando se concretiza.
Escrevi esse pequeno texto introdutório para fazer uma analogia da perda de um ente querido com a conclusão de um curso universitário e conseqüentemente a obtenção de um diploma. Em minha vivência acadêmica é comum ouvir pelos corredores das Universidades e também nas rodas de alunos as seguintes afirmações “Estou aqui apenas pelo diploma, preciso dele lá no trabalho.” ou “Preciso dele para ser promovido” e outras coisas desse tipo, porém o que não é percebido por esse tipo de acadêmico é que enquanto o curso dele estiver em andamento, ocorre como no funeral de corpo presente, o corpo que no caso é o andamento do curso dá a falsa sensação de tranqüilidade, de tempo, pois como estudante quase nunca é cobrado, nem na empresa que trabalha seja como efetivo, seja como estagiário, nem nos processos seletivos dos quais participa, pois conta com o salvo conduto de estudante, com o benefício da dúvida, pois as pessoas sempre ficam em dúvida se acadêmico não sabe o que lhe foi atribuído/perguntado ou se ele ainda não aprendeu. Essas prerrogativas terminam no exato momento que o aluno recebe seu título, ou seja, na sua colação de grau, momento que eu chamo de “hora da verdade”, pois a partir daí, um Diploma com conteúdo fará toda a diferença para o sucesso profissional do ex-acadêmico, mas um diploma sem conteúdo por sua vez será uma tragédia para sua vida, pois o mercado é voraz e não haverá as prerrogativas anteriores, os atenuantes, haverá sim uma cobrança muito intensa pelo título que agora ostenta, que ao invés de ser uma benção, uma dádiva, se tornará um peso em sua vida. Assim, a busca pelo simples “canudo”, durante a vida acadêmica é uma aventura fascinante, aparentemente tão inofensiva quanto o monóxido de carbono que mata silenciosamente, bons bate-papos, jogos e mais jogos de cartas, a cervejinha nos bares que circundam as universidades, as paqueras, as bagunças na sala, o bom “network” que lhes propiciam ter seus nomes nos trabalhos sem ao menos imaginar com o mesmo foi feito e nas provas então, sentem-se verdadeiros super-heróis ao conseguir enganar “o pobre professor”, quanta aventura ...quanta diversão, faz até lembrar a narrativa de Platão no livro intitulado “A República” (livro VII), onde Sócrates para dar a entender ao jovem Glaucon o que é e como se adquire conhecimento verdadeiro estabelece uma analogia entre conhecer e ver, chamado de “A Alegoria da caverna”, onde para esses acadêmicos a Universidade transforma-se numa caverna e o mercado de trabalho é o mundo real, externo. E o tempo continua a passar , mas o “corpo está presente”, a sensação é de que nunca chegará o dia da “despedida”, quero dizer, o dia de receber o tão esperado diploma, mas tão rápido como a vida esse dia chega e com ele a melancolia do arrependimento, a dor por desperdiçar tempo e dinheiro, a frustração pela não promoção, o desespero em ver colegas de sala, agora bem sucedidos profissionais “alavancando” suas carreiras pelo Diploma com conteúdo e a saudade dos mestres que tanto tentaram lhe ajudar. Infelizmente as estatísticas mostram que no Brasil, apenas 5% dos Diplomados em uma Universidade saem com um bom conteúdo, bem preparados, porém após a conclusão do curso não adiantará atribuir seu despreparo a Universidade ou ao corpo docente, pois essa desculpa já é bastante conhecida e repudiada no mercado de trabalho, além disso do mesmo local de onde sairão profissionais sem qualificação certamente também sairão profissionais brilhantes, que seguiram as mesmas regras, usaram a mesma estrutura Universitária e foram orientados e instruídos pelos mesmos docentes, coordenadores e diretores.

Acadêmico, pense nisso !

Sempre há tempo para buscar o conhecimento!

Prof. Pedro L. F. Gimenes Martins
Licenciatura Plena em Matemática
Licenciatura em Ciências
Pós Graduado em Administração da Produção
MBA em Gestão de Negócios
MBA em Marketing
Mestrando em Comunicação e Cultura
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