A Lição das Moscas



Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Mas a superfície era muito lisa e, com as duas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e afundou. Sua companheira , apesar de não ser tão forte, era persistente. Continuou a se debater, por tanto tempo, que aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno pedaço de manteiga. Aí a mosca tenaz conseguiu, com muito esforço, subir e dali alçar vôo para algum lugar seguro. Durante anos, ouvi essa historia como elogio á persistência que, sem dúvida, nos leva ao sucesso. No entanto, tempos depois, a mesma mosca tenaz, por descuido ou acidente, novamente caiu no copo. Como já havia aprendido com a sua experiência, começou a se debater, na esperança que assim se salvaria. Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira, pousou na borda do copo e gritou: _Tem um canudo ali, nade até lá e suba por ele! A mosca tenaz nem deu ouvidos e baseando-se na sua experiência anterior, continuou a se debater até que, exausta, afundou no copo... CHEIO DE ÁGUA! Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças de ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados, até que afundamos em nossa própria falta de visão. Fazemos isso quando não conseguimos/queremos ouvir aos sinais do mercado... Reflita sobre isso!

Prof. Pedro Gimenes
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O Cliente sempre deve ser ouvido

Não importa quão absurda possa parecer uma reclamação que alguns de nossos clientes possam fazer, eles podem estar certos.
Tempos atrás uma queixa foi recebida pela Divisão Pontiac da General Motors. Onde o cliente relatava a seguinte história:
- Esta é a segunda vez que eu escrevo a vocês e não os culpo por não me responderem, porque eu posso parecer louco, mas o fato é que nós temos uma tradição em nossa família, de ter sorvete como sobremesa todas as noites após jantar. Mas o tipo de sorvete varia. Então, todas as noites, após termos jantado, a família vota e escolhe um sabor de sorvete e eu me dirijo até a loja para comprá-lo. Pois bem, recentemente comprei um novo Pontiac - modelo da General Motors - e desde então minhas idas à loja têm sido um problema. Toda vez que eu compro sorvete de baunilha, quando eu volto da loja para minha casa, o carro não funciona. Mas se eu levo qualquer outro tipo de sorvete o carro funciona normalmente. Eu quero que vocês saibam que estou sendo sério em relação a esta questão, não importa quão tola ela pareça: o que acontece com o Pontiac que o faz não funcionar quando eu compro sorvete de baunilha e funciona toda vez que compro outro sabor?
O presidente da Pontiac ficou sem compreender a carta, mas enviou um engenheiro para checar o assunto. Esse ficou surpreso por ter sido recebido por um homem bem-sucedido, educado e de bons relacionamentos. O técnico, então, combinou de encontrar o homem logo após o jantar. Os dois entraram no carro e se dirigiram até a loja de sorvetes. Naquela noite foi escolhido o sorvete de sabor baunilha. Com a certeza de que depois que retornassem ao carro, ele não iria funcionar, e foi o que realmente aconteceu. O engenheiro retornou por mais três noites. Na primeira noite, o homem escolheu o sabor chocolate. O carro funcionou. Na segunda noite, escolheu morango. O carro funcionou. Na terceira noite, pegou o de baunilha. O carro falhou.
Sendo um homem lógico, o engenheiro recusou-se a acreditar que o carro daquele homem era “alérgico” a baunilha. Sendo assim, combinaram de continuar as visitas até que conseguisse resolver o problema. Então começou a fazer anotações. Anotou todos os tipos de dados, hora do dia, tipo de combustível usado, hora de dirigir, etc.
Em pouco tempo, ele tinha uma pista. O homem levava menos tempo para comprar o sorvete de baunilha do que qualquer outro sabor. Por quê? O engenheiro percebeu que a resposta estava na disposição dos sorvetes na loja. O sorvete de baunilha, sendo o sabor mais popular, estava numa caixa separada na frente da loja para ser pego rapidamente. Todos os outros sabores eram mantidos nos fundos a loja, num outro balcão, o que acarretava uma demora considerável para pegá-los. Agora a pergunta para o engenheiro era: por que o carro não queria funcionar quando se levava menos tempo?
Uma vez identificado o problema – não o sorvete de baunilha – o engenheiro veio rapidamente com a resposta. Era à saída do vapor. O tempo extra para pegar os outros sabores de sorvete deixava o motor esfriar o suficiente para funcionar tranqüilamente. Mas quando o homem pegava o sorvete de baunilha – que estava mais próximo - o motor ainda estava quente para o vapor ter se dissipado.

Moral da historia: Não importa quanto absurda ou maluca (para você) possa ser a reclamação de um cliente. Sempre ouça com atenção as reclamações e esteja sempre disponível para resolver seus problemas.

Prof. Pedro Gimenes
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A História da Ford







O americano Henry Ford foi o homem que mudou o mundo com um carro simples, produzido em massa e vendido com grande sucesso mundo afora. A ele é atribuído o “Fordismo”, isto é, a produção em grande quantidade de automóveis a baixo custo por meio da utilização do artifício conhecido como “linha de montagem”, o qual tinha condições de fabricar um carro a cada 98 minutos, além dos altos salários oferecidos a seus operários. Nascido na cidade de Springwells, em uma fazenda próxima a um município rural a oeste de Detroit, no estado do Michigan, em 30 de julho de 1863. Henry, filho do imigrante irlandês William Ford com a americana Mary Litogot, adquiriu a paixão pela mecânica em sua casa, quando seu pai lhe deu um relógio de bolso. Aos quinze anos, já tinha firmado a reputação de reparador de relógios, tendo desmontado e remontado os aparelhos de amigos e vizinhos inúmeras vezes. Em 1879, ele deixou a fazenda e foi para a cidade vizinha Detroit, para trabalhar como um aprendiz de operador de máquinas, primeiro na empresa James F. Flower & Bros., e mais tarde na Detroit Dry Dock Co. Foi nestes empregos que o jovem Henry aprendeu tudo sobre motor de combustão interna. Em 1882, retornou a Dearborn para trabalhar na fazenda da família, quando adquiriu ainda mais experiência na operação dos motores a vapor portáteis da Westinghouse. Ele foi posteriormente contratado pela própria Westinghouse Electric Corporation. Henry se casou com Clara Ala Bryant, em 1888, sustentando-se nessa época através de uma serraria. Eles tiveram um único filho, Edsel Bryant Ford e adotaram um outro de origem chinesa. Em 1891, tornou-se engenheiro da Edison Illuminating Company, embrião do que viria a ser a famosa empresa General Electric, e, após sua promoção ao cargo de Engenheiro Chefe em 1893, teve bastante tempo e dinheiro para dedicar atenção às suas experiências pessoais com motores a gasolina.

Apesar do cargo obrigar Henry a estar disponível 24 horas por dia, ao mesmo tempo dava-lhe a oportunidade de fazer experiências, na medida em que se tornou colaborador direto e amigo íntimo do seu patrão, Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica. Em colaboração com outro de seus amigos célebres — Harvey Firestone —, ele acompanhou o nascimento da excepcional adaptação da borracha a pneumáticos para automóveis, com a valiosa colaboração de Edison, que dispunha de um laboratório altamente equipado onde teve lugar uma série de experiências que contribuíram para o arranque da revolucionária descoberta. Estes experimentos culminaram em 1896 com a conclusão de seu próprio veículo automotor denominado Quadriciclo, com uma carroçaria muito leve montada sobre quatro rodas de bicicleta. Durante os anos que se seguiram, Henry continuou a tentar melhorar o motor dos seus veículos de passageiros. Em complemento, construiu um carro de corrida que ele próprio conduzia. Finalmente, aos 40 anos de idade, junto com outros 11 investidores, fundou a Ford Motor Company em 1903. Mas nem tudo foi sucesso. Pouco tempo depois da formação da empresa, Henry Ford foi ameaçado pela Associação dos Fabricantes de Automóveis. Após anos de lutas em tribunais, ele ganhou o caso em 1911, acabando com o monopólio e assim viabilizando que outros pudessem tornar-se construtores do ramo automóvel. Ele morreu em 7 de abril de 1947 na cidade de Dearborn, aos 84 anos, deixando a maior parte de sua grande fortuna para a Fundação Ford, mas providenciou para que sua família pudesse controlar a empresa permanentemente. Como único dono da Ford Company, ele se tornou um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo.

Dados corporativos

● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 16 de junho de 1903
● Fundador: Henry Ford
● Sede mundial: Dearborn, Michigan
● Proprietário da marca: Ford Motor Company
● Capital aberto: Sim (1956)
● Chairman: William Ford Jr.
● CEO & Presidente: Alan Mulally
● Faturamento: US$ 118.3 bilhões (2009)
● Lucro: US$ 2.7 bilhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 40 bilhões (maio/2010)
● Valor da marca: US$ 7.005 bilhões (2009)
● Fábricas: 90
● Concessionárias: 11.827
● Vendas globais: 4.871.000 unidades (2009)
● Presença global: 110 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha
● Funcionários: 198.000
● Segmento: Automobilístico
● Principais produtos: Automóveis, caminhões e tratores
● Outras marcas: Lincoln, Mercury, Mazda e Troller
● Ícones: O logotipo oval azul
● Slogan: Built for the road ahead.
● Website: www.ford.com


Fonte : www.ford.com



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Curiosidades sobre Marcas Famosas



Lacoste - O crododilo da marca desenhada por Robert George procurou capitalizar o apelido do principal sócio da empresa, o tensita profissional René Lacoste.
Kodak ­ – O nome Kodak é uma onomatopéia (que significa imitar o som com uma palavra), pois descreve o som do obturador de uma câmera fotográfica.

Nike ­ – O nome é uma homenagem à deusa da mitologia grega que representava a vitória. A empresa fundada em 1962, por Phill Knight, com o nome original de Blue Ribbon Sports (BRS), teve sua marca criada em 1972 pela estudante Carolyn Davidson por meros 35 dólares; em 2000, segundo a Interbrands/Citibank, a marca estava avaliada em US$ 8 bilhões.

Goodyear ­ – O pé com asas, entre as palavras Good e Year, foi inspirado na estátua de Mercúrio, que o fundador da empresa, Frank Seiberling, tinha em sua casa.

Nestlé ­ – O nome da empresa e o desenho da marca foram inspirados no nome do fundador, Henri Nestlé, e no significado da palavra “nestle”, derivada da palavra nest, ninho em inglês, que quer dizer aninhar-se, abrigar-se. A mais importante alteração da marca desde 1875 aconteceu em 1985, quando o número dos filhotes diminuiu de três para dois dentro do ninho ­ sinal dos tempos de redução da prole.

BMW ­ – A simbologia da Bayerische Motoren Werke designa a origem dos seus negócios: a fabricação de motores de aviões. A imagem é de uma hélice, o azul e o branco da marca representam o céu e as cores da Bavária.

Fontes : Sites das empresas/Internet


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CAIXA DE PANDORA


Como surgiu o termo caixa de Pandora ?


Caixa de Pandora é um mito grego que narra a chegada da primeira mulher à Terra e, com ela, a origem de todas as tragédias humanas. Essa história chegou até nós por meio da obra Os Trabalhos e os Dias, do poeta grego Hesíodo, que viveu no século VIII a.C., diz a historiadora Maria Luiza Corassin, da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com a obra, o titã Prometeu presenteou os homens com o fogo para que dominassem a natureza. Zeus, o chefão dos deuses do Olimpo, que havia proibido a entrega desse dom à humanidade, arquitetou sua vingança criando Pandora, a primeira mulher. Antes de enviá-la à Terra, entregou-lhe uma caixa, recomendando que ela jamais fosse aberta. Dentro dela, os deuses haviam colocado um arsenal de desgraças para o homem, como a discórdia, a guerra e todas as doenças do corpo e da mente mais um único dom: a esperança.Vencida pela curiosidade, Pandora acabou abrindo a caixa, liberando todos os males no mundo mas a fechou antes que a esperança pudesse sair. Essa metáfora foi a maneira encontrada pelos gregos para representar, num enredo de fácil compreensão, conceitos relacionados à natureza feminina, como a beleza, a sensualidade e o poder de dissimulação e de destruição, diz Fernando Segolin, professor de Literatura da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo

Fonte : Editora Abril
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O Peso de um Diploma







Quando recebemos a notícia da perda de um ente querido geralmente ficamos desesperados e muitas vezes sem ação, essa sensação é atenuada com a chegada do corpo, pois a presença do corpo mesmo sem vida nos dá um alento, a sensação de que a pessoa ainda está entre nós, o desespero volta com maior intensidade quando o momento da despedida definitiva se aproxima e principalmente quando se concretiza.
Escrevi esse pequeno texto introdutório para fazer uma analogia da perda de um ente querido com a conclusão de um curso universitário e conseqüentemente a obtenção de um diploma. Em minha vivência acadêmica é comum ouvir pelos corredores das Universidades e também nas rodas de alunos as seguintes afirmações “Estou aqui apenas pelo diploma, preciso dele lá no trabalho.” ou “Preciso dele para ser promovido” e outras coisas desse tipo, porém o que não é percebido por esse tipo de acadêmico é que enquanto o curso dele estiver em andamento, ocorre como no funeral de corpo presente, o corpo que no caso é o andamento do curso dá a falsa sensação de tranqüilidade, de tempo, pois como estudante quase nunca é cobrado, nem na empresa que trabalha seja como efetivo, seja como estagiário, nem nos processos seletivos dos quais participa, pois conta com o salvo conduto de estudante, com o benefício da dúvida, pois as pessoas sempre ficam em dúvida se acadêmico não sabe o que lhe foi atribuído/perguntado ou se ele ainda não aprendeu. Essas prerrogativas terminam no exato momento que o aluno recebe seu título, ou seja, na sua colação de grau, momento que eu chamo de “hora da verdade”, pois a partir daí, um Diploma com conteúdo fará toda a diferença para o sucesso profissional do ex-acadêmico, mas um diploma sem conteúdo por sua vez será uma tragédia para sua vida, pois o mercado é voraz e não haverá as prerrogativas anteriores, os atenuantes, haverá sim uma cobrança muito intensa pelo título que agora ostenta, que ao invés de ser uma benção, uma dádiva, se tornará um peso em sua vida. Assim, a busca pelo simples “canudo”, durante a vida acadêmica é uma aventura fascinante, aparentemente tão inofensiva quanto o monóxido de carbono que mata silenciosamente, bons bate-papos, jogos e mais jogos de cartas, a cervejinha nos bares que circundam as universidades, as paqueras, as bagunças na sala, o bom “network” que lhes propiciam ter seus nomes nos trabalhos sem ao menos imaginar com o mesmo foi feito e nas provas então, sentem-se verdadeiros super-heróis ao conseguir enganar “o pobre professor”, quanta aventura ...quanta diversão, faz até lembrar a narrativa de Platão no livro intitulado “A República” (livro VII), onde Sócrates para dar a entender ao jovem Glaucon o que é e como se adquire conhecimento verdadeiro estabelece uma analogia entre conhecer e ver, chamado de “A Alegoria da caverna”, onde para esses acadêmicos a Universidade transforma-se numa caverna e o mercado de trabalho é o mundo real, externo. E o tempo continua a passar , mas o “corpo está presente”, a sensação é de que nunca chegará o dia da “despedida”, quero dizer, o dia de receber o tão esperado diploma, mas tão rápido como a vida esse dia chega e com ele a melancolia do arrependimento, a dor por desperdiçar tempo e dinheiro, a frustração pela não promoção, o desespero em ver colegas de sala, agora bem sucedidos profissionais “alavancando” suas carreiras pelo Diploma com conteúdo e a saudade dos mestres que tanto tentaram lhe ajudar. Infelizmente as estatísticas mostram que no Brasil, apenas 5% dos Diplomados em uma Universidade saem com um bom conteúdo, bem preparados, porém após a conclusão do curso não adiantará atribuir seu despreparo a Universidade ou ao corpo docente, pois essa desculpa já é bastante conhecida e repudiada no mercado de trabalho, além disso do mesmo local de onde sairão profissionais sem qualificação certamente também sairão profissionais brilhantes, que seguiram as mesmas regras, usaram a mesma estrutura Universitária e foram orientados e instruídos pelos mesmos docentes, coordenadores e diretores.

Acadêmico, pense nisso !

Sempre há tempo para buscar o conhecimento!

Prof. Pedro L. F. Gimenes Martins
Licenciatura Plena em Matemática
Licenciatura em Ciências
Pós Graduado em Administração da Produção
MBA em Gestão de Negócios
MBA em Marketing
Mestrando em Comunicação e Cultura
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Curiosidades Betty Boop


Betty Boop é uma personagem de desenho animado que apareceu nas séries de filmes Talkartoon e Betty Boop, produzidas por Max Fleischer e distribuídas por Paramount Pictures. Betty tinha um jeito de garota independente e provocadora, sempre com as pernas de fora, exibindo uma cinta-liga. Foi em 1930 que o personagem imigrante judaica começou sua "carreira", em Dizzy Dishes, espelhando-se nas divas desta década, ao som de muito jazz. Mas Betty Boop ficou famosa mesmo quando interpretou "Boop-Oop-a Doop-Girl", de Helen Kane, e, enfim, entrou para a história, participando de mais de 100 animações. Entretanto, após 1934, o novo Código de Produção impôs uma censura à personagem. Em nome da moralidade, Betty não poderia mais exibir seus decotes nem suas roupas insinuantes. Acredita-se que o comportamento progressivo da personagem era algo para o qual a população dos Estados Unidos da época não estava preparada para receber. Afinal, eram tempos de Disney e seus bichinhos. Os irmãos Fleischer modificaram a imagem de Betty, vestindo-a até o pescoço. Contudo, mantiveram em evidência o contorno de seus seios sobressaindo das malhas colantes, o que a deixou mais sensual. Em 1939, Betty Boop foi proibida de aparecer nas telas pelo Comitê Moralizador após anos de perseguição.Com a sua enorme sensualidade, Betty foi um grande sucesso nas platéias de teatro, e apesar de ter decaído durante a Década de 1930, ela continua popular atualmente pelo ar de sensualidade. Sua última aparição foi no cinema, em 1984, quando fez uma ponta em "Uma Cilada para Roger Rabbit" com o mesmo biquinho, as mesmas pernas de fora e cinta-liga aparente que lhe é peculiar.
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